terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A CRUCIFICAÇÃO DA CARNE

Devocional Diária: Rm. 6.12-13
Leitura Anual: Gn. 4, Mt. 4, Ed. 4

Domínio próprio reflete o princípio de dominar os desejos, a vontade do nosso eu. Como isso é possível? Há uma luta contínua, intensa dentro de cada um de nós. Paulo descreve essa batalha nestes termos: “Sei que nada de bom habita em mim, isto é, na minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse continuo fazendo” (Rm. 7.18-19). A intenção, o desejo de fazer o bem não é a mesma coisa que o fazê-lo. Então, como exercitar-se no autocontrole? Crucificar a carne, ou seja, a natureza pecaminosa: “Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos” (Gl. 5.24). Crucificar a carne é morrer para os desejos da natureza pecaminosa: “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências” (Gl. 5.24). O domínio próprio, como fruto do Espírito, não é algo próprio do homem, mas uma obra da graça de Deus que, além de transformar o coração, motiva o viver para Deus (Gl. 2.19-20). Viva essa graça. Morte ao eu!

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