segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A LEI É BOA

DEVOCIONAL DE VITÓRIA

“Sabemos, porém que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo, tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores, ímpios e profanos, parricidas e matricidas, homicidas, impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, do qual fui encarregado” (1ª Timóteo 1.8-11).


Paulo, anteriormente, cita a lei vinculada à pretensão de alguns de serem tidos por mestres da lei. Quando isso ocorre, a lei é colocada sob suspeita. Fica-se a impressão de que a fé em Cristo é apenas seguimento de normas morais voltadas à penalidade: não faça, não prove e não manuseio, pois o juiz está à porta! Em alguns grupos cristãos, o ensino moral e ético é chamado de “doutrina”. É possível perceber que os termos lei e doutrina podem, em alguns casos, ser considerados sinônimos. Eles dizem respeito às orientações cujo objetivo é enfatizar as práticas que expressam os sentimentos, atitudes e ações próprios àqueles que seguem o Evangelho de Jesus. Temos que considerar com Paulo duas questões quando tratamos a respeito da lei (norma). Primeiramente, que a lei é boa para quem legitimamente se utiliza dela – tanto para o viver pessoal como para admoestação do outro. Toda norma deve expressar bondade e jamais malignidade. O faltoso não deve esperar aplauso da lei e nem os que em nome dela pune ilegitimamente. Em segundo lugar, que o objetivo da lei é limitar a maldade humana e não a bondade. O ambiente da lei não é de policiamento e de punição, mas de proteção, segurança e liberdade. Um cristianismo de ética bíblica não pode produzir ambientes de prisão e julgamento. O evangelho da glória do Deus bendito é da ética para a vida. Seguir as dimensões éticas, morais e de vivência do Evangelho deve ser sempre uma expressão de liberdade em amor. Não se deve pensar que o cristão não peca devido a punição da lei. Ele não peca devido o seu amor a Deus e sua vontade. O faltoso deve deixar seu delito devido a punição da lei. É outra realidade! Se não é por amor, é pela lei! Aonde se quer chegar nessa reflexão? O caminho que se abre para nós é da convicção de que, apesar das pessoas transformarem a lei em um trauma ao seguimento da fé em Cristo e à simplicidade do Evangelho, é possível viver sua bondade e compreender seu objetivo de forma a nos ajudar no caminho da santidade e da compreensão do Evangelho. Você já passou por algum trauma onde a lei foi usada para atingi-lo? Você já usou a lei para ferir alguém? A lei do Senhor é perfeita, boa, santa e justa. Ela deve se fazer presente em toda estrutura cristã para promoção do bem e da bondade. Deus seja sua vitória!

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"O ambiente da lei não é de policiamento e de punição, mas de proteção, segurança e liberdade".

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DISCUTA EM SEU PEQUENO GRUPO OU EM FAMÍLIA

1. É possível relacionar as normas de sua igreja à bondade da lei do Senhor?
2. As normas da igreja têm sido usadas para privar apenas os faltosos da maldade ou para prender a todos?
3. Você se considera livre através das práticas cristãs vivida através de sua igreja?
4. É possível transformar as práticas cristãs (normas) em fator de crescimento espiritual? Como?
5. Até onde você tem vivenciado o farisaísmo (normas para ferir o outro) e o cristianismo (normas para libertar o outro)?

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Para refletir: “Melhor é um peixe vivo no aquário do que um morto fora do aquário”.

Intenção: Que minha ética seja expressão da bondade da vontade de Deus e do uso legitimo do nome "cristão" e do Evangelho de Cristo.

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Deus seja sua vitória!

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